sexta-feira, 22 de março de 2013

Mais uma promessa do cinema nacional, Jogos Clandestinos.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Facebook: O último psicólogo.


           Venho observando a evolução das postagens no facebook, e atentei para um detalhe que não encontrei resposta ainda.
               O que faz uma pessoa pensar que uma foto retirada do google e uma frase clichê, vai mudar a vida de outra pessoa? Achar isso é no mínimo pretensão.
Imaginem o seguinte, um psicólogo passa anos estudando, paga uma faculdade caríssima para aprender técnicas e mais técnicas, pesquisa métodos para ajudar seus pacientes a ver melhor a vida, fazem analise em várias seções meticulosamente trabalhadas e pensadas de acordo com as teorias freudianas e somam várias horas de material sobre uma pessoa, para ai sim tomar um caminho e melhorar a vida de outro ser. Ai vem você com seu PHD em porra nenhuma e uma mensagem de "otimismo" postada no facebook achar que pode alegrar a vida de uma pessoa.
           Mais na verdade o que me deixa mais revoltado é a capacidade da pessoa postar uma mensagem que não condis com o que ela é, exemplos:
            Você lê “Viva a vida intensamente como se não houvesse amanhã”. Geralmente a pessoa que postou isso se for homem não faz nada da vida, é um vagabundo de carteirinha, mulheres que postam podem ser casadas com maridos gordos, sedentários e flatulentos que não se preocupam em conquista-las, geralmente são pessoas com uma vida muito, mas muito chata..
          Mensagens de amor do tipo “Procuro um amor que seja bom pra mim", se ela postou, ela é baranga ou muito chata e não consegue arranjar um namorado, se for ele é corno, ou levou um chute na bunda, com direito a ser trocado por outro mais alto e com mais dinheiro.
         De qualquer forma, é muita pretensão achar que frases de efeito copiadas da internet, e imagens do google podem fazer alguém sair da foça.
         Pessoas que publicam essas coisas são depressivas com graves tendências suicidas, precisam de ajuda especializada e com certeza o facebook deve ser o último lugar onde você deve procurar. #fica_a_dica

Um dos melhores clips que já vi!!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Fumcult pede alterações no Estatuto para compor Conselho Diretor.

Marci Corrêa, Coordenadora Municipal de Cultura.

       A Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) está tomando medidas para alterar o Estatuto do órgão por entender que há incoerência na composição do Conselho Diretor. Para democratizar essa representação e ampliar a participação de segmentos culturais, a presidente da Fumcult, Márcia Corrêa, encaminhou ofício ao prefeito Clécio Luís, propondo alterações no número de membros do Conselho Diretor da Fundação, de oito para 22, sendo de natureza paritária sua composição.

     Criada em 2011, a Fumcult contempla em seu estatuto a composição de um Conselho Diretor para fiscalizar suas ações e a utilização dos seus recursos. No entendimento da presidência, a Lei complementar 082/2011 que extinguiu a antiga Coordenadoria Municipal de Cultura e criou a atual Fundação, apresenta contradição na representatividade dos segmentos culturais no conselho.
     No final de 2012, o então diretor da Fumcult, João Porfírio, solicitou ao prefeito Roberto Góes, alteração no Art. 4º do Estatuto da Fundação, o que tiraria dos segmentos culturais parte da autonomia na escolha de seus representantes. Pela mudança proposta, cada segmento apresentaria uma lista tríplice ao presidente da Fundação, que escolheria um nome e encaminharia para nomeação pelo prefeito.
     A mudança proposta pelo ex-presidente não foi encaminhada pelo gabinete do ex-prefeito em razão da falta de tempo hábil para tramitação, uma vez que deveria passar por aprovação da Câmara de Vereadores. Do contrário, a Fumcult teria hoje um Conselho Diretor composto por quatro membros indicados pelo ex-prefeito e quatro membros indicados, através de lista tríplice, pelo ex-presidente.
    A presidência questiona o papel do Conselho Diretor de deliberação quanto às ações e de fiscalização quanto ao uso dos recursos da pasta. A composição proposta engessa a gestão e mantém a Fumcult sob o poder político do governo anterior, e ainda submete os representantes de segmentos culturais a essa medida considerada autoritária.
    A presidente Márcia Corrêa e sua equipe detectaram o problema e a proposta de alteração feita pelo ex-presidente foi arquivada. Uma nova proposta foi apresentada, desta vez ampliando a representação dos segmentos culturais e assegurando a livre escolha de seus representantes.
Pela nova proposta, terão assento no Conselho Diretor da Fumcult os segmentos: Teatro, Música, Dança, Artes Visuais, Literatura, Culturas Populares, Culturas Afrodescendentes, Capoeira, Audiovisual, Artesanato e Cultura Digital. "Essas alterações tornarão o Conselho Diretor mais representativo da realidade cultural do município", disse a presidente da Fumcult, Márcia Corrêa.

Por Carol Pessoa.
ASSCOM Funcult